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INSOLAÇÃO  
A pressa para pegar bronze no verão nem sempre dá certo. Tomar sol demais e deixar a pele desprotegida pode causar desidratação e queimaduras pelo corpo.



Dias nublados

O cuidado também é essencial em dias nublados. Com as nuvens escondendo o sol intenso, o nível de radiação solar chega a 70% do normal (dia com o céu limpo). Isso significa que cuidar da pele e evitar o exagero têm de ser esforços diários.


Sintomas

A desidratação e a queimadura da pele são os sintomas mais freqüentes da insolação, especialmente em crianças e idosos. Quando alguém fica muito tempo sob o sol, a pele queima, suas células são destruídas e o líquido que fica entre essas células é eliminado. Além disso, o suor e a respiração mais intensa facilitam a perda de água. Outros sintomas da insolação são dor de cabeça, tontura, vertigem, falta de ar, aumento da temperatura do corpo, mal-estar e vômitos. Sem contar o envelhecimento precoce e o aumento em 25 vezes da chance de a pessoa desenvolver câncer de pele, no caso de haver queimadura.
 





Raios solares

Entre os raios solares que mais prejudicam a pele, o ultravioleta e o infravermelho estão entre os principais. Responsáveis pelo bronzeamento (escurecimento da pele), os raios ultravioleta são mais intensos entre 10h e 16h (11h e 17h, no horário de verão). Os raios infravermelho, que também podem provocar insolação, são responsáveis pelo aumento da temperatura do dia, pelo calor.  



Intermação

Essa história de ficar debaixo do guarda-sol o tempo todo engana. Mesmo sem estar diretamente exposto ao sol, é possível ter insolação, ou melhor, intermação. A areia reflete o sol e, desse jeito, aumenta a temperatura da pessoa pelo calor, não pela exposição direta ao sol. Nesse caso, a pessoa não queima, mas assa. Os sintomas são idênticos aos da insolação.





Tipos de pele



Sensibilidade ao ultra-violeta


(1). Muito sensível - Fator de proteção
15 ou +

(2). Sensível - Fator de proteção 10 a 15


.
(3). Moderadamente sensível - Fator de proteção 8 a 15


(4). Minimamente sensível - Fator de proteção 8 a 15
(5). Insensível - Fator de proteção 8 ou -
Histórico de bronzeamento e queimaduras solares


-Sempre se queima facilmente;
-Nunca se bronzeia ou bronzeia-se minimamente

-Queima-se moderadamente;
-Bronzeia-se gradualmente e moderadamente (marrom claro);

-Queima-se minimamente;
-Sempre se bronzeia bem (marrom médio);

.
-Raramente se queima;
-Bronzeia-se muito (marrom escuro);

-"Nunca" se queima;
-Profundamente pigmentado (negro).

Conselhos

Ao primeiro sinal de insolação, o jeito é procurar sombra e água fresca. Em casos graves de queimadura e de aumento da temperatura corporal, a dica é mergulhar em uma banheira de água gelada ou colocar toalhas umedecidas sobre o corpo, associado ao uso de ventiladores. Além disso, evite tomar sol entre 10h e 16h (11h e 17h, no horário de verão), não faça exercícios físicos sob o sol nesse horário.
Tome cerca de três litros de água por dia.
E lembre-se sempre de colocar o protetor solar pelo menos 15 minutos antes da exposição do sol.
 





Tratamento

Depois de estabelecido o quadro de insolação (ou intermação) é muito importante tomar muito líquido durante todo o dia. Não precisa ser só água. Se estiver com queimaduras mais graves, alternar os líquidos com soro, que pode ser caseiro.
Tome banho frio e, para evitar que o corpo fique muito quente, use roupas leves e claras.
O uso de hidratantes para o corpo é essencial.
Para evitar o mal estar, a alimentação deve ser leve.
Apesar de simples, essas atitudes são primordiais para impedir o agravamento do quadro da insolação.
Se agravada, essa situação pode resultar na internação da pessoa - para que possa receber soro na veia.
 



Bruno Salsa é formado em bacharelado em Enfermagem, é Enfermeiro Chefe da Unidade de Saúde Baldo do Rio em Goiana, Pós Graduado em Saúde Pública, Enfermeiro Socorrista do Samu Goiana, Instrutor em Referência na Zona da Mata Norte para a Formação de Socorristas (Curso de APH), Professor do Centro de Ensino Técnico de Goiana (CENTEG), Enfermeiro Chefe no Hospital de Doenças Infecto Contagiosas (Hospital Clementino Fraga em João Pessoa).Fonte Anderson Pereira.

Sobre ÁLVARO MELLO

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