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Deus é Pessoal?

            A mais famosa argumentação sobre a existência de Deus é uma variação do argumento de causa e efeito. De um relógio, deduz-se a existência de um relojoeiro. Este é um ótimo ponto de partida, mas este argumento deixa sem resposta a questão sobre se Deus é pessoal ou impessoal. Alguns concluem que o nome do “Relojoeiro” seja “Natureza”, ou “As Forças Naturais”, ou ainda “O Desconhecido”; algo, portando, impessoal. É razoável, todavia, concluir que Deus é pessoal?

            Há uma lenda originária das Ilhas Hébridas que fala de um deus que vivia nas águas litorâneas. Esse deus queria uma criança para ser criada como seu filho e, por isso, tentava, constantemente, pegar meninos dos barcos que cruzam as águas entre as ilhas da região. Os ilhéus sabiam das intenções do deus, o que fazia com que as mães nunca descuidassem da segurança de seus pequeninos.
            Certo dia, o deus tomou a forma de uma onda, que atingiu um barco, quase arrancando uma criança dos braços de sua mãe. A mulher gritou muito, mas não soltou os pés e os braços de seu filho. O deus do mar deixou-os ir, mas tinha certeza de que havia plantado no coração do menino uma pequena onda.
            Anos mais tarde, os habitantes daquele vilarejo ficaram chocados ao ver um jovem pegar um barco, mergulhar nas águas mais profundas e nadar em direção a uma enorme onda que se formou para encontrá-lo. A lenda diz que o garoto com o mar em seu coração nunca mais foi visto em terra outra vez.
A Imagem de Deus em nós

            A Bíblia insiste em que exista uma “onda” – traço da imagem de Deus – em cada personalidade humana. “E disse Deus: Façamos o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1.26-27). A imagem de Deus na humanidade não quer dizer que nós nos pareçamos fisicamente com Deus, mas que, em nosso aspecto moral e espiritual, nós refletimos algo do caráter de Deus.
            No Salmo 8, Davi faz a mesma transição entre o projeto do universo e a natureza moral da humanidade:
            “Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites? Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste” (vs.3-5).

Deus – a origem da moralidade

            As impressões digitais da moralidade de Deus estão marcadas em nós. Todas as vezes em que admitimos que há mais na moralidade humana do que simplesmente a evolução de um instinto grupal ou de um interesse nobre, estamos admitindo a probabilidade da existência de Deus e de que ele é pessoal – chamamos Deus de “ele”, ao invés de “aquilo”.
            A consciência humana e os ideais morais são notavelmente similares no espaço (geograficamente) e no tempo (historicamente). Esta subcategoria do projeto do universo – a saber, o projeto moral do homem e da mulher como possuidores da imagem de Deus – é uma evidência de que o Deus que está aí é pessoal e fonte da própria idéia que temos de personalidade.
 


Alexandre Almeida de Araújo, tem 20 anos, é membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Convenção Abreu e Lima – Campo Goiana, em Ponta de Pedras, onde atua como Dirigente do Grupo Jovem (UMADEG). É Técnico em Marketing Pessoal e Técnico de Redes de Computadores, Editor e Colunista do Portal Diário do Semeador, e estudante do curso de História na Faculdade de Ciência e Tecnologia Prof° Dirson Maciel de Barros em Goiana
 
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A Causa Original de Todas as Coisas 

Sobre ÁLVARO MELLO

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