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O Governo de Pernambuco está prestes a fechar a compra do terreno que vai abrigar o segundo nível de fornecedores do polo automotivo da Fiat em Goiana, na Zona da Mata Norte do Estado. O terreno de 100 hectares vai ficar a 18 quilômetros da fábrica e deve receber mais de 30 empresas. “A área já está fechada, já acordada e estamos chegando a um valor de compra que ainda está em negociação. Temos um orçamento máximo para a aquisição, que não pode passar do que foi pago no terreno que vai abrigar a fábrica da Fiat. O terreno de Goiana custou R$ 180 mil por hectare”, disse o secretário executivo de Projetos Especiais da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (Sdec), João Guilherme Ferraz.

Em discussão entre Governo do Estado e Fiat, a montadora solicitou que o Supply Park 2, pátio que vai receber as empresas fornecedoras indiretas ficasse a mais de 15 quilômetros de distância da planta master. Esta última vai contemplar produção, pista de testes e principais sistemistas, que serão entre 14 e 16 empresas fornecedoras diretas da produção. A Fiat informou que ainda não tem os nomes das empresas. Essa lista, porém, deve sair em breve, quando serão solicitadas as licenças ambientais ao Governo. Para abrigar o segundo nível de sistemistas, três terrenos foram oferecidos como opção para a Fiat, sendo dois em Igarassu e um em Itapissuma. Foi escolhida uma das áreas de Igarassu por estar localizada à beira da BR-101, reduzindo gastos com implantação de acessos viários.

A ideia é não repetir o processo da fábrica de Betim (MG), onde todos os fornecedores de segundo plano estão dentro do grande complexo fabril. “São 27 mil pessoas que chegam à fábrica no mesmo horário diariamente e apenas nove mil são funcionários diretos da Fiat. O restante é de empresas de logística, indústrias, sistemistas, que deixam o gargalo no acesso. Por isso, a montadora solicitou a separação, proposta acatada pelo Governo”, disse Ferraz. “Seria um erro semelhante a Suape hoje, que ainda tem um fluxo muito grande, concentrado em horários de chegada ao trabalho. Por isso, a decisão é muito acertada”, complementou. As obras da primeira etapa civil da Fiat começaram no último dia 17 de setembro. A previsão é que elas durem três meses. O projeto total da fábrica reúne montantes entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4 bilhões.

FolhaPE

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