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Está instalada a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para a apuração de denúncias sobre venda irregular de terrenos em Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Segundo o presidente da CPI, o vereador Beto Gadelha (PTC), vários empresários foram lesados por terem comprado, no ano passado, terrenos que não poderiam ser vendidos, visto que são posses do Estado, da Prefeitura de Goiana ou de particulares. Com os impasses, os empreendimentos que poderiam trazer renda e empregos para a região, não estão podendo se instalar na área do parque industrial do município, conforme antecipado pela Folha de Pernambuco.

A CPI conta, ainda, com a participação dos vereadores Arnaldo Oliveira (PSL) - que será o relator -, Josemar Leite (PTB), Ana Paula (PSB) e Ramilson Ferreira (PTC). O prazo máximo para a conclusão do inquérito é de 120 dias, que começaram a ser contabilizados desde o último dia 10. “Pretendemos, no entanto, concluir a investigação antes desses quatro meses. O cronograma de trabalho será montado nesta segunda-feira. Para a primeira sessão, convocaremos o prefeito Fred Gadelha e o presidente da AD Goiana (Agência de Desenvolvimento de Goiana), Francisco Lucchese Júnior”, explicou Beto Gadelha.

Segundo o vereador, os problemas se referem a uma área de 90 hectares, dos quais 20 hac são de gestão do município e 70 hac, do Estado. Todo o espaço, no entanto, foi invadido por moradores e, por isso, muitos posseiros têm as escrituras dos terrenos. Mesmo assim, por pertencerem aos Governos, eles podem ser doados para empresas que pretendem se instalar na região. “Pelos documentos apresentados pela gestão antiga, do ex-prefeito Henrique Fenelon, áreas do município e do Estado foram doadas aos empresários, mas os comentários da população e dos próprios beneficiados é de que os terrenos, na realidade, foram vendidos”, afirmou Gadelha.

É o caso da empresa hoteleira baiana Aguilar Lima Ltda, cuja proprietária informou ao vereador ter pago mais de R$ 600 mil por um terreno de 3,1 hectares, localizado na PE-75, que pertence ao Estado e ao Governo Municipal.

“Com a CPI, queremos provar essa ação lesiva de Henrique (Fenelon) e de sua quadrilha. Tudo vai depender dos depoimentos das pessoas que participarem da CPI”, destacou o vereador. O presidente da AD Goiana, Francisco Lucchese, disse que “ainda não foi informado oficialmente sobre a CPI, mas que irá auxiliar no que for solicitado”. Ele acrescentou, ainda, não conhecer as denúncias sobre a venda ilegal de terrenos.

FolhaPE

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