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Por Marcela Balbino, repórter do Blog de Jamildo

Nos últimos anos, o município de Goiana, na Mata Norte do Estado, vivencia transformações econômicas desafiadoras. Com a chegada de empresas de grande porte, como a fábrica da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), com investimento superior a R$ 7 bilhões, o município modifica o ciclo econômico. O boom, no entanto, vem encarrilhado de problemas sociais. É neste cenário que se desenha a disputa eleitoral de 2016. Goiana tornou-se o novo “Eldorado” pernambucano e entra na rota de vários candidatos de oposição.

Em seu primeiro mandato, o atual prefeito, Fred Gadelha (PTB), enfrenta desgates administrativos e políticos. A gestão é mal avaliada pela população e há dois anos o gestor rompeu relações com o vice-prefeito, Carlos de Joca. Apesar do quadro, Gadelha, que é aliado político do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, é nome certo para reeleição.
Procurado pela reportagem, o prefeito de Goiana não retornou as ligações até o fechamento desta edição. Interlocutor dele, o secretário de Articulação Política da prefeitura, Leandro Menezes, explica que o gestor sempre externou o desejo de disputar a reeleição, mas afirmou que o petebista ainda está construindo as alianças partidárias para 2016.

Novo na cidade, o deputado estadual Aluísio Lessa (PSB) busca se cacifar para pleito. Em junho, o socialista assumiu a presidência do partido e montou agendas de discussão no município. “Não tenho projeto de prefeito, tenho projeto político”, afirma Lessa, que transferiu o título para Goiana em 2011. “Nosso objetivo é unir o partido e os aliados de Paulo Câmara”, explica o deputado. “A gente está debatendo a Goiana do futuro”, afirmou. “O município é estratégico para o Estado e as direções estaduais percebem isso”, justificou o parlamentar.
Quanto ao desconhecimento, Lessa diz que pesquisas qualitativas apontam que os goianenses esperam que a gestão da cidade acompanhe o crescimento econômico, independente do partido ou do local de origem do candidato.

Nos bastidores, comenta-se que a chegada de Lessa gerou certo desconforto nas bases do partido em Goiana. O ex-prefeito Edval Soares deixou o PSB e corre por fora para empinar a pré-candidatura. Diante da falta de espaço nas hostes socialistas, Torres está prestes a se filiar no PR.

“Tenho o objetivo de ser candidato no próximo ano é indiscutível. Deixei o PSB porque alguns compromissos não foram cumpridos e lá eu não teria espaço”, disse o ex-prefeito, que evita avaliar a atual gestão. “Prefiro que o povo julgue”, diz.
Segundo o presidente do PSB em Pernambuco, Sileno Guedes, o momento é oportuno para que atores de todos os partidos postulem as intenções e coloquem as ideias para os municípios. “Mas ainda estamos muito distante das definições, que se darão apenas no momento das convenções, em meados do ano que vem. Então o partido vai continuar discutindo internamente com as bases, com os segmentos, com as lideranças para que possamos construir os consensos e buscar a unidade sempre que for possível”, afirmou o socialista, em nota.



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