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Segundo a PM, há suspeita de que homem vendesse peças pelas redes sociais. Levado para delegacia, nesta quinta (25), ele prestou depoimento, mas não foi detido.

Um funcionário da fábrica da Jeep, em Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, está sendo investigado por furto de kits multimídia para carros. A suspeita é de que ele vendesse as peças por meio de redes sociais, segundo a Polícia Militar. O homem foi levado para a Delegacia de Paulista, no Grane Recife, nesta quinta-feira (25), e prestou depoimento, de acordo com a Polícia Civil.
A Polícia Militar informou que não foi possível fazer o flagrante. Por isso, ele foi liberado e será preciso aguardar o curso da investigação.
De acordo com a PM, equipes do 26º Batalhão efetuaram a prisão “no momento em que o homem tentava vender o objeto, inclusive anunciado em redes sociais”.

O aspirante Kemuel, que integrava a equipe da PM, informou que o homem conseguia retirar equipamentos eletrônicos da fábrica. “É possível que ele tenha ajuda de outra pessoa. Os kits eram anunciados em uma rede social”, comentou.
Por meio de nota, a Jeep informou que as peças “foram identificadas”. A fábrica também confirmou que o alvo da investigação é um funcionário.

A empresa também disse que “está colaborando com a Polícia Civil para fazer a identificação de peças desviadas da planta localizada em Goiana. A confirmação foi feita e agora a Polícia Civil seguirá com o inquérito instaurado".

Outro caso

Em maio de 2017, um homem foi preso em flagrante, no município de Abreu e Lima, no Grande Recife, por comercializar peças roubadas da fábrica da Jeep. De acordo com a Polícia Militar (PM), ele era ex-funcionário da montadora e o roubo de peças causou um prejuízo de pelo menos R$ 148 mil à empresa.

A prisão, segundo a PM, ocorreu nas proximidades da feira de Abreu e Lima, após policiais receberem a denúncia de que o homem iria até o local para comercializar peças.

Ao ser preso, segundo a polícia, ele confessou ter roubado produtos desde a época em que trabalhava como mecânico na montadora e que, depois de ser demitido, as peças foram repassadas por um funcionário da empresa.


G1

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