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Melhorias devem facilitar vida dos motoristas / Foto: JC Imagem

Melhorias devem facilitar vida dos motoristas

Foto: JC Imagem

Após quase 7 anos de serviços, trecho da rodovia que corta Pernambuco deverá contar com pista dupla até fim do ano


São entre seis e sete anos de obras, muitos transtornos, congestionamentos, sigas e pares. Mas a emblemática duplicação da BR-101 em Pernambuco está bem perto do fim. Os 188,5 quilômetros estão praticamente duplicados. Na verdade, segundo os números do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), a duplicação do trecho Sul da rodovia federal está concluída desde março e a do eixo Norte deverá ser finalizada até o fim do ano pelo Exército. Cem mil veículos trafegam diariamente pela estrada em Pernambuco.

A obra entre o município de Igarassu, na Região Metropolitana do Recife, e a divisa de Pernambuco com a Paraíba, que compreende 41,4 quilômetros (lote 6), foi a que mais atrasou e transtornos provocou. Atualmente encontra-se com 96% dos trabalhos concluídos, como explicou o chefe do serviço de engenharia do Dnit, Émerson Valgueiro, responsável por supervisionar os trabalhos de ampliação da capacidade rodoviária da BR.

“A previsão do Exército é finalizar a pista nova até dezembro. Ela está 96% concluída. O que ficará faltando é a recuperação das faixas antigas, que têm trechos muito ruins. A pista antiga está recuperada em 60%. Os 40% restantes ficam entre Botafogo, no município de Itapissuma, e Igarassu. Essa parte só deverá ficar totalmente pronta no início de 2013.

O Exército não falou com a reportagem, mas sabe-se que os técnicos da instituição enfrentaram inúmeras dificuldades no lote 6 por causa do tipo de solo encontrado no trecho.
“Pernambuco teve essa peculiaridade que outros Estados cortados pela BR-101, como Paraíba e Rio Grande do Norte, não tiveram. Especialmente na área que chamamos de Várzea de Goiana. Ali foi necessário o uso de novas tecnologias para estabilizar o solo. Foi usado EPS, uma espécie de isopor. Esse material é colocado no aterro, depois a placa de concreto é construída em cima”, explicou Émerson Valgueiro.

Apesar dos três desvios ainda existentes ao longo do percurso, quem trafega pelo trecho Norte da BR-101 já tem a sensação de segurança e estabilidade na estrada. Não se vê mais congestionamentos nem as irritantes placas de siga e pare.

“Sem dúvida esse tempo passou. A velocidade operacional da rodovia melhorou sensivelmente, assim como os riscos de atropelamentos. Temos pendências, mas elas serão resolvidas”, garantiu Valgueiro.

No trecho Sul da BR-101, entre o Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, e o município de Palmares, na Mata Sul do Estado, a duplicação está pronta. São 83 quilômetros: 43 quilômetros entre o Cabo e Ribeirão e 48 quilômetros de lá até Palmares. “E tudo não ficou pronto antes porque sofremos muito com as chuvas de 2009 e 2010. Ela nos levou três pontes no percurso”, lembrou Valgueiro.

As pendências da BR-101 em Pernambuco agora são a requalificação dos 60 quilômetros que compreendem o contorno urbano que a rodovia faz no Recife – que está atrelada à implantação de um corredor de ônibus em parceria com o governo do Estado.

Jornal do Commercio

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