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 Chegada da Fiat e possível anúncio da Volkswagen é a oportunidade de emprego para muitos


A fábrica da Fiat começa a ser erguida no começo do ano que vem, em Goiana, Mata Norte de Pernambuco. A Volkswagen, por sua vez, deve anunciar que vai se instalar em Suape até o final deste ano. Chegou a hora, portanto, de governo estadual, prefeituras e iniciativa privada acelerarem seus projetos para qualificar a mão de obra do pernambucano. O Estado não tem experiência no setor automotivo e corre contra o tempo para evitar que as oportunidades de emprego sejam preenchidas por “estrangeiros”.
A nova planta da Fiat vai ocupar uma área plana e contínua de 14 milhões de metros quadrados (m²) e vai gerar 4.500 novas oportunidades de emprego, sem contar com o número de postos indiretos que surgirão no lastro da montadora.
A Fiat ainda não tem desenhado o organograma de pessoal da nova fábrica, mas estima que, das novas vagas diretas, dois terços serão destinados à linha de produção e o outro terço ficará para profissionais ligados à administração da empresa e para outros cursos técnicos.
A terraplenagem, primeira etapa de instalação da nova unidade fabril da Fiat em Goiana, começa ainda este ano. A indústria propriamente dita só começa a sair do papel no começo de 2012.
O presidente da Fiat, Cledorvino Belini, garantiu, em entrevista ao JC, no último dia 4, que já vem assinando convênios com o governo estadual para qualificar pessoal.
Quando anunciou a mudança de local do empreendimento, de Ipojuca para Goiana, em agosto passado, o governo do Estado assegurou que a conclusão das obras e o início da produção estão marcados para março de 2014.
Tendo em vista este prazo, o jovem que aspira trabalhar na nova fábrica da Fiat tem que estar atento às novas vagas de qualificação. O caminho para conseguir um emprego na montadora deve começar a ser trilhado logo.
Marcelo Farias, físico, técnico em mecânica e professor da área automotiva da escola do Senai de Santo Amaro, explicou que a média de tempo para a formação de um técnico que atue na linha de produção de uma montadora é de dois anos. “O curso tem a duração de um ano e meio, mais seis meses de estágio obrigatório”, especificou.
Sérgio Gaudêncio, diretor regional do Senai Pernambuco, vem participando de reuniões com a Fiat e já recebeu um primeiro quadro de demandas. “Nos foi solicitado profissionais das áreas de eletrotécnica, eletromecânica, automação industrial, eletrônica, desenho industrial, soldagem e mecânica. Todos estes cursos nós já oferecemos”, afirmou Gaudêncio que disse ainda que o Senai vai construir uma escola em Goiana. “Já estamos acertados com a Fiat, o governo do Estado e a Prefeitura da cidade. Falta só a escolha do terreno para iniciarmos a construção.”
Apesar do Senai já possuir cursos que atendam uma parte da demanda da Fiat é necessário que novos programas educacionais sejam instalados em Pernambuco. Este desafio está sendo dividido entre o governo, a Fiat e o Sistema S (Sebrae, Senai, Senac etc).
O presidente da Fiat tem o interesse de preencher todas as vagas com mão de obra local. E foi além, “nosso objetivo é que, em médio prazo, toda fábrica seja gerida por pernambucanos”, afirmou Belini. Para que isso aconteça, grande parte dos projetos de qualificação precisam deixar de ser promessa e virar realidade.

Jornal do Commercio

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