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Três presidiários, entre eles dois irmãos, lideravam de dentro do presídio uma quadrilha de tráfico de drogas em Goiana, na Mata Norte de Pernambuco. Os três dividiam a mesma cela no Presídio de Limoeiro, e, segundo o delegado da Divisão de Homicídios do município, Altemar Mamede, eles montaram uma verdadeira “empresa do crime, com hierarquia distribuída”. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (14) pela Polícia Civil, durante apresentação do balanço da operação Héstia.

A operação começou na quarta (13) para cumprir 20 mandados de prisão contra suspeitos de integrar a organização criminosa envolvida no tráfico de drogas, além de roubos, corrupção de menores e lavagem de dinheiro. Os dois irmãos, Anderson Severino da Silva e Ailton do Nascimento Silva Filho, a mãe deles, Edna Maria da Silva, 41 anos, e uma tia, Edinalva Maria da Silva, 38, foram presos, além do terceiro presidiário apontado como líder do grupo, Renato Antônio Araújo da Costa. Segundo a polícia, a mãe recolhia o dinheiro, que emprestava dinheiro a terceiros, e a tia chegou a esconder arma uma usada em um homicídio.

Ainda foram presos Andreza Maria do Nascimento Silva, 21, Lucas da Silva, 27, Josecleiton Costa dos Prazeres, 26, Renato Gabriel Lima de Andrade, 24, Jefferson da Silva Lopes, 23, Elias Alex de Souza, 20, Michele Dantas Borges da Silva, 32, Leandro da Silva Lima, 25, Diego José da Silva, 25, e Adenilson Antônio da Silva, 20. A polícia também apreendeu dois adolescentes de 17 anos. Ao todo, foram apreendidos durante a operação quatro armas, quatro munições, 80 gramas e 51 pedras de crack, 5,2kg de maconha, 10g cocaína, R$ 930 em dinheiro, duas motos e um carro.

De acordo com o delegado, esse grupo é suspeito de ter relação com 20 homicídios em Goiana, mas, até agora, a participação deles só foi confirma em três mortes. “Nós decidimos investigar a fundo os homicídios de Goiana e descobrimos que as ordens partiam de presídios, então decidimos investigar a fundo essas organizações. Descobrimos essa organização, que é mais voltada para tráfico e que, eventualmente, realizava roubos e homicídios também”, explicou. “Infelizmente, eles utilizavam aparelhos telefônicos [dentro da prisão] e, como têm vínculo de amizade com os subordinados, eles tinham esse comando de dentro da cela, de onde determinavam as ordens”, acrescentou.

As investigações duraram quatro meses e meio Homicídios, e as diligências foram feitas em em Goiana, Itambé e Jaboatão dos Guararapes. Eles vão responder por tentativas de homicídios, porte ilegal de arma de fogo, comércio ilegal de armas de fogo e munições, roubos, tráfico de drogas e organização criminosa.

FolhaPE 

























 





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