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"Quando começamos trabalhar na Mata Norte, região canavieira onde a mulher foi criada para cuidar da casa e dos filhos , tivemos que enfrentar nossos maridos . quando eles começaram a ver a gente voltar para casa mais feliz, com mais autoestima, eles só podiam nos apoiar", lembra Mércia Moura, designer e dona da grife Merie Mercié.

foto: Luisi Marques / JC IMAGEM 



Empresária começou junto com cinco costureiras e hoje conta com cerca de 300 funcionárias, exportando roupas para o mundo inteiro.

Desde que casou e começou a viver no município de Itambé, na zona da Mata de Pernambuco a designer de moda e empresária  Mércia Moura, 63 anos viu que era preciso mudar sua rotina para se sentir realizada. Há 35 anos, ela tomou uma decisão que mudou a sua vida e a de centenas de mulheres, ao pegar os lucros que tinha juntado com a venda de galinhas para estruturar sua confecção de roupas femininas no engenho Pangauá, local onde vive e trabalha até hoje.

 “No começo, queria me ocupar com algo porque era apenas dona de casa. Vi que a agricultura não era minha vocação e resolvi, empreender no mundo da moda, que já era algo que me chamava atenção. Neste momento, pude contar com minha mãe porque, antes de mim, ela já tinha descoberto a minha vocação para o ramo”, relembra Mércia.

Ao se ver no desafio de estruturar o seu próprio negócio, a empreendedora seguiu os conselhos da mãe e montou a MM Special que começou apenas cinco costureiras e hoje, após mais de três décadas de muitas batalhas , se transformou na marca Marie Mercié, que emprega cerca de 300 funcionários, em sua maioria mulheres. Além de contribuir também com cerca de 150 empregados indiretos, a fabrica de roupas ainda proporciona o desenvolvimento socioeconômico da região.

“sem elas [as mulheres], eu não faria nada e não estaria onde estou. Se eu cheguei aqui, foi com a força de uma Emilia, de uma Lucia e de tentas outras, porque nós somos um conjunto de vários pilares e essa união das mulheres de Pangauá, foi quem gerou toda essa energia. Hoje, elas são protagonistas de sua própria história. Podem bancar a própria casa, não precisam mais passar por dificuldades porque podem sustentar a casa sem depender do esposo” comemora a designer.

Atualmente, a grife exporta seus produtos para o mundo todo, tendo São Paulo como seu mercado principal. Mércia espera agora que não só as mulheres de Itambé, mas também que as de todo o planeta possam encontrar sua vocação, conquistando seus espaços de direito.

 JC ONLINE 

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