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Começou por volta das 10h no Fórum do Recife - Desembargador Rodolfo Aureliano, o julgamento de dois homens acusados de matar o frei Luciano Santos Andrade. O conselheiro tutelar Walter Maciel Correia e o diretor de turismo Sérgio Aranha da Silva foram indiciados por homicídio qualificado e vão ser submetidos a júri popular.

O Conselho de Sentença foi formado por três homens e quatro mulheres. O julgamento deve durar três dias. Hoje devem ser ouvidas as cinco testemunhas de acusação e oito de defesa. Existe a possibilidade de que seja realizado ainda neste primeiro dia o interrogatório dos réus. Para os dias seguintes ficam o debate entre a promotoria e a defesa, além da réplica e da tréplica.

Na tarde de ontem, familiares e amigos dos dois acusados realizaram uma caminhada em Goiana. Os parentes alegam que os dois réus são inocentes. Dez anos após o crime, a expectativa dos religiosos é de que os acusados sejam condenados. Em 2010, depois de um pedido de desaforamento, o júri foi transferido de Goiana para o Recife, sob justificativa de evitar pressão sobre os jurados, que eram moradores do município onde aconteceu o assassinato. “Depois de muitas manobras jurídicas, o julgamento foi adiado. Esperamos que desta vez aconteça. Trata-se de uma vida que foi ceifada. Não importa a cor da pele, se é rico ou se é pobre”, comentou o frei Leandro Alencar, que ocupou o lugar de Luciano em Goiana, após sua morte.


O crime aconteceu no dia  28 de agosto de 2003, no Convento Nossa Senhora do Carmo, no centro de Goiana, na Zona da Mata Norte. Durante as investigações, a polícia chegou a cogitar a possibilidade do padre ter sido vítima de um roubo seguido de morte, mas, ao longo das investigações, a hipótese foi descartada. Ambos negam o crime e, inclusive, chegaram a ser apoiados por parte da população de Goiana que, em 2005, fez um movimento em frente ao fórum da cidade no intuito de demonstrar apoio aos dois. Walter e Sérgio estão presos na Cadeia Pública de Goiana.

A polícia apontou, na ocasião, que o frade teria sido arremessado do primeiro andar do convento, de uma altura de 5,5 metros. Quando caiu no chão, ficou a 2,20 metros da parede, o que levou os investigadores a concluir que ele não havia se matado. Apesar do corpo ter sido encontrado nu, não foram percebidos indícios que confirmassem a prática de sexo antes do crime. Além disso, não foram vistas impressões digitais nem sinais de luta corporal nas dependências do convento.

*Com Informações do Diário de Pernambuco








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