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Início das atividades estava previsto para 2019, mas estudos indicam reserva
Estudos preliminares indicam que a bacia Pernambuco-Paraíba – localizada entre 60 e 75 quilômetros da costa, a partir do Recife – tem reservas de petróleo e deve ser perfurada em 2019. Os indícios estão sendo detectados pelos estudos realizados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) sobre a área arrematada em leilão este ano pela Petra Energia (com a Queiroz Galvão e a Niko Resources). Segundo disse o diretor técnico da Petra, Lino Teixeira, nesta quarta-feira (23), durante o primeiro dia de palestras do Pernambuco Petroleum Business 2013, o prazo para perfuração pode ser antecipado, dependendo do início da atividade por parte da Petrobras, já em 2014. “A Petra pode antecipar a perfuração também para o ano que vem”, comentou.
Teixeira informou que o investimento, apenas para exploração da área, será em torno de R$ 60 milhões – sendo 70% da Petra. “Por enquanto, estamos fazendo análises preliminares que mostram indicações de que há petróleo na bacia, mas ainda não sabemos a quantidade”, disse. Caso seja encontrado, os benefícios para Pernambuco serão desde a base, a universidade, que terá mais alunos cursando Geologia, até a chegada de novas empresas do setor de petróleo, que demandarão equipes de geólogos e geofísicos, fomentando a cadeia.
O investimento será dividido em um período de cinco anos, ao longo do cronograma por ora em vigor. Com licenciamento ambiental já iniciado, em 2014/2015, serão feitos estudos físicos e geológicos. Nos anos seguintes, a interpretação desses dados, e, em 2018, o reprocessamento, até que de geologia e física.
Paradigmas
A informação quebra paradigmas porque em 1982, a Petrobras, baseada em dados da época, admitiu que a região de Pernambuco seria uma bacia estreita, pouco profunda. Logo, não existiria petróleo. Em 1997, novos estudos indicavam maior profundidade, mas sem informação de presença de sal.
A bacia só apareceu como plataforma em águas profundas em 2013, com presença de sal, blocos de sal, já identificados através de cabos hidrofórmicos. “Somente a partir de 2009 tivemos registro, começamos a visualizar melhor a bacia e quebrar o paradigma de que não existia bacias profundas em Pernambuco”, disse Teixeira.
FolhaPE

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